Bacharel em Teologia

O PROFISSIONAL TEÓLOGO

A profissão de Teólogo pertence a família de profissões 2631 que é composta também de Ministros de Culto, missionários e profissionais assemelhados. 
O código específico na CBO para a profissão é o T2631-15

Os profissionais podem desenvolver suas atividades de forma profissional ou voluntária, em templos, igrejas, sinagogas, mosteiros, casas de santo e terreiros, aldeias indígenas, casas de culto, etc. Também estão presentes em universidades e escolas, centros de pesquisa, sociedades beneficentes e associações religiosas, organizações não governamentais, instituições públicas e privadas.

Espera-se que os teólogos tenham formação superior em Teologia; não é incomum entre os teólogos, a presença de títulos de pós graduação ou cursos equivalentes. 
Qualquer que seja a tradição religiosa, contudo, tanto ou mais que formação, contam a fé e o chamamento individual para o serviço do divino.

ATIVIDADES REALIZADAS PELO TEÓLOGO

1 -  LIDERANÇA

Dirigir e administrar comunidades, orientar religiosamente a comunidade, organizar a catequese, organizar as pastorais, participar de assembléias, conselhos, sínodos, concílios, orientar espiritualmente a comunidade, participar de confederações, federações, conselhos dos mais velhos, elaborar estatutos e regimentos internos, requerer registros de funcionamento junto aos órgãos competentes, responder juridicamente pela entidade, buscar recursos (dízimos, ofertas, empréstimos, etc.) para financiamento das atividades.

2 - TREINAMENTO

Proferir palestras, publicar artigos em revistas, jornais, livros e afins, orientar a formação religiosa, avaliar os formandos no seu processo de aprendizagem, dar aulas, divulgar a tradição, adequar leis religiosas ao ambiente sócio-cultural, promover retiros espirituais, dirigir centros de formação religiosa, dirigir estabelecimentos de ensino. atuar como missionário dentro ou fora do país, ensinar idioma original da tradição religiosa, fazer ou formar discípulos, elaborar material de ensino e difusão audiovisual, digital,etc.

3 -  MEDIAÇÃO DE CONFLITOS

4 - AÇÃO SOCIAL
Apoiar movimentos populares, realizar ações contra discriminação e exclusão, manter com recursos próprios publicações impressas, audiovisual, etc.

5 - PESQUISA
Realizar estudos especializados sobre a doutrina religiosa, consultar bibliotecas, videotecas, etc., pesquisar na tradição e nos textos sagrados, buscar significado da tradição e textos sagrados para o contexto atual, sistematizar informações relativas aos textos sagrados, sistematizar informações das tradições orais e escritas, participar de diálogos inter-religiosos, participar de diálogos inter e trans disciplinares, exercer espírito crítico sobre a tradução de textos sagrados, traduzir textos religiosos a partir dos originais, participar de congressos, seminários especializados, atuar em centros de pesquisa, fazer análise e interpretação da tradição e textos religiosos, assessorar a comunidade religiosa e seus líderes, prestar assessoria sobre questões éticas e religiosas, divulgar resultados de pesquisa, atuar em universidades (docência e pesquisa), traduzir literatura especializada, traduzir e textualizar as tradições orais.

6 - MISSÕES
Atuar dentro ou fora dos templos (zona urbana ou rural), zelar pelo ensino ortodoxo e sistemático da tradição, transmitir ensinamentos religiosos utilizando os meios adequados e específicos de cada tradição, proclamar os princípios bíblicos, ensinar o alcorão, ensinar o respeito a vida, à ecologia, à cosmologia, promover a paz e a justiça.

7 - PRATICAR VIDA CONTEMPLATIVA E MEDITATIVA

8 - PRESERVAR A TRADIÇÃO
Registrar a memória religiosa, adequar o 'ethos' religioso às condições locais.

9 - DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
Estudar a doutrina religiosa, participar de atividades inter-religiosas, estar aberto ao diálogo inter religioso, receber a revelação, receber palavras de inspiração, viver coerentemente com os ensinamentos, fortalece a fé através de atos, devoções e orações, respeitar as tradições religiosas e seus preceitos morais, professar a fé, buscar equilibrio de vida, cultivar o amor, a justiça, a paz, a sabedoria e a compaixão, estudar os valores humanos e princípios religiosos, manter-se atualizado nas questões sociais polêmicas.

10 - RECURSOS DE TRABALHO
Bíblia, livros e literaturas de cunho religioso, material didático para instrução.

PROJETO DE LEI DO SENADO N°, 2005
Dispõe sobre o exercício da profissão de Teólogo e dá outras providências

Art. 1° - O exercício da profissão de Teólogo, observadas as condições de habilitação e as demais exigências legais é assegurado.

I - aos diplomados em teologia por estabelecimento de ensino superior, oficial ou reconhecido pelo poder público;

II - aos diplomados em curso superior similar, no exterior, após a revalidação do diploma, nos termos da legislação em vigor;

III - aos que, em data da publicação desta Lei, embora não diplomados nos termos dos incisos anteriores, venham exercendo efetivamente, há mais de cinco anos, a atividade de Teólogo, na forma e condições que dispuser o regulamento da presente Lei.

Art. 2° - Compete ao Teólogo:

I - Ministrar o ensino da Teologia, desde que cumpridas as exigências legais;

II - Elaborar, supervisionar, orientar, coordenar, planejar, programar, implantar, controlar, dirigir, analisar estudos, trabalhos, pesquisas, planos, programas e projetos atinente à realidade científica da religião;

III - Assessorar e prestar consultoria a pessoas físicas e jurídicas, públicas ou privadas, relativo á realidade científica da religião;

IV - Participar dos trabalhos de elaboração, supervisão, orientação, coordenação, planejamento, programação, implantação, direção, controle, execução, análise ou avaliação de estudo, trabalho, pesquisa, plano, programa ou projeto global, regional ou setorial atinente á realidade científica da religião.

Art. 3° - É permitida a formação de empresas ou entidades de prestação de serviços previstos nesta Lei, desde que mantenham o Teólogo como responsável técnico e não atribuam a pessoas não habilitadas o desempenho das atividades que lhe sejam privativas.

Art. 4° - O exercício da profissão de Teólogo requer registro prévio no órgão competente.

§ 1° - O Poder Executivo adotará as providências necessárias para a criação do Conselho Nacional de Teologia e suas Seccionais.

§ 2° - O registro de que trata o caput deste artigo se fará mediante a apresentação de documento comprobatório de conclusão dos cursos previstos nos incisos I, II, III, do art 1°, ou a comprovação de exercício da profissão, na forma do inciso IV do mesmo artigo.

Art. 5° - O livre exercício dos cultos religiosos não é condicionado à participação, de qualquer forma, do Teólogo.

Art. 6° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO
Na Europa, a Teologia, como ciência, floresceu a partir do século XI. Naquele tempo, de fato, a Teologia já tinha incorporado um milênio de história. O desenvolvimento de uma Teologia científica, dotada de uma própria e relativa autonomia, foi impulsionado pelo nascimento das universidades como corporações jurídicas autônomas, e pela integração da Teologia à universidade. Não menos importante é a distinção entre a Filosofia e Teologia como áreas de estudos com objetivos diferentes. Entre os séculos XI e XII, a Teologia aparece como ciência autônoma.
Atualmente, a Teologia não se ocupa com as questões internas de uma determinada igreja. Embora o seu estudo seja exigido, tanto pelas igrejas evangélicas, quanto pelas igrejas católicas, para formação de seus pastores e padres, a Teologia não mais representa o único critério para as questões sobre como e em que lugar ela deva ser exercida. Seu estudo, combinado com o de outras disciplinas, confer-lhe uma competência interdisciplinar que fornece ao Teólogo um campo de atuação bastante amplo em todas as atividades em que o ser humano está presente.
Ao estudar o fenômeno religioso, algo tão profundo e arraigado em todos nós, o Teólogo procura, até onde é possível e de maneira objetiva e científica, explicar o fenômeno fé.
No Brasil, os cursos de Teologia existem há séculos mas, infelizmente, sempre foram vistos apenas como formadores de recursos humanos para as organizações religiosas, de especialização de eclesiásticos.
O reconhecimento da teologia, em 1999, pelo Ministério da Educação, como uma área específica do conhecimento humano, recupera para o país um atraso de séculos em relação à Europa, que há muito, dispõe de dezenas de faculdades especializadas na formação de Teólogos.
Apesar de vivermos num mundo secularizado e consumista, nunca se viu tanto interesse pela religião e sua aplicação em todos os setores em que atua o homem. Em consequência, a regulamentação do exercício dessa profissão se faz imperiosa, a fim de afastar do meio profissional aventureiros que podem causar sérios danos à transmissão científica de conhecimentos nessa importante área das ciências humanas.

REFERÊNCIAS
Teólogo: Classificação Brasileira de Ocupações.
Disponível em http://www.mtecbo.gov.br/busca/descrição.asp?codigo=2631-15

Introdução á Teologia

INTRODUÇÃO À TEOLOGIA
A palavra Teologia, tem sido avaliada através dos tempos, de várias formas e críticas. Teologia é derivado de duas palavras gregas: Theos que significa Deus e Logos que significa Estudo ou Doutrina. Daí concluimos que teologia é a ciência que estuda a Divindade.
O estudo da teologia se divide nos campos da teologia exegética, teologia natural, teologia bíblica, teologia dogmática, teologia sistemática.

Teologia Exegética - Estuda o Texto sagrado e assuntos relacionados, através do estudo das línguas originais, da arqueologia bíblica, da hermenêutica e da teologia bíblica.

Teologia Natural - Estuda fatos que se referem a Deus e seu universo que se encontra revelado na natureza.

Teologia Bíblica - Investiga a verdade de Deus e o seu Universo no seu desenvolvimento divinamente ordenado e no seu ambiente histórico conforme apresentados nos diversos livros da Bíblia. A teologia bíblica é a exposição do conteúdo doutrinário e ético da Bíblia, conforme originalmente revelada. A teologia Bíblica extrai o seu material exclusivamente da Bíblia.

Teologia Histórica - Considera o desenvolvimento histórico da doutrina, mas também investiga as variações sectárias e heréticas da verdade. Ela abrange história bíblica, história da igreja, história das missões, história da doutrina e história dos credos e confissões.

Teologia Dogmática - É a sistematização e defesa das doutrinas expressas nos símbolos da igreja. 

Teologia Sistemática - É a disciplina da teologia cristã que formula uma descrição ordenada, racional e coerente d fé e crenças cristãs. Ela reúne as informações extraídas da pesquisa teológica, organiza-as em áreas afins, explica as aparentes contradições e, com isso, fornece um grande sistema explicativo. A teologia sistemática está assosciada por vezes à apologética cristã que serve para, no confronto teológico entre diferentes religiões, defender a doutrina da confissão em causa.

Teologia Prática - Trata da aplicação da verdde aos corações dos homens. Ela busca aplicar à vida prática os ensinamentos das outras teologias, para edificação, educação e aprimoramento do serviço dos homens. Ela abrange os cursos de homilética, administração da igreja, educação cristã e missões.


O Sapo Orgulhoso

O SAPO ORGULHOSO
Ao tomar conhecimentos de que alguns gansos selvagens iriam migrar para uma região mais quente, pediu que as aves o levassem com elas o sapo.
- Concordamos em levá-lo. Porém, como você pode ir conosco se não sabe voar? – perguntaram os gansos.
- Não se preocupem, deixem por minha conta. Sou muito esperto, descobrirei uma maneira – respondeu
Pensou um pouco e então pediu aos gansos que o ajudassem segurando um caniço forte, cada um numa ponta. Como o sapo tem um bocão, ele poderia se prender ao cabo pela boca e seguir com os gansos. Em pouco tempo os gansos e o sapo iniciaram a sua jornada.
Assim que passaram por uma pequena cidade os moradores saíram para ver aquela cena estranha e original.
Quem poderia ter tido uma idéia tão brilhante, perguntaram alguns moradores. Isso fez com que o sapo se inchasse tanto de orgulho e, se sentindo importante gritou:
- fui eu, fui eu!
E em poucos segundos estava no chão, pois para responder, precisou soltar a boca da vara.
E os gansos, prosseguiram a viagem, deixando o sapo para trás.
O ORGULHO NOS LEVA A QUEDA!

Os Atributos de Deus

Os Atributos de Deus
Além dos atributos que descrevem a natureza interior de Deus, hà também os atributos que realçam os relacionamentos especiais com a criação. Tais atributos são chamados comunicáveis, porquanto podem ser encontrados ( ainda que em menor grau) na natureza humana. Eles são divididos em duas categorias: naturais e morais.

Entre os atributos naturais de Deus, encontra-se a onipotência ( a qualidade que o faz Todo-Poderoso ). Isto significa que Deus pode fazer tudo quanto estiver em conformidade com sua natureza santa e justa. Sua soberania sobre o Universo é incontestável. Isaías 40.15 descreve-lhe a majestade: "Eis que as nações são consideradas por ele como
a gota de um balde e como o pó miúdo das balanças; eis que lança por aí as ilhas como a uma coisa pequeníssima". Todavia, alguém poderia perguntar: "mas se Deus é soberano porque há pecado no mundo?" A resposta jaz no fato de que Deus é soberano sobre si mesmo, e tem o poder de limitar-se. Uma das maiores evidências desta sua qualidade é vista na vinda de Jesus como um bebê deitado na manjedoura, e em sua vida, ministério e morre sobre a cruz (Fp 2.6-8).

Em sua liberdade e onipotência, Deus optou por criar seres (pessoas e anjos) com a integridade da escolha moral. Ele não invade a liberdade de nosso arbítrio. Finalmente devemos reconhecer que Deus, embora nos conceda semelhante liberdade, continua Senhor da história. Ele controla o destino das nações e de todo o Universo. O Apocalipse juntamente com importantes passagens de Daniel (4.34,35; 5.20,21; 7.26,27; 8.19-25) e de Ezequiel (37.24-28; 38.3; 39.1), desvenda claramente o controle que Deus exerce sobre o futuro de tudo quanto criou. Mas, nesse ínterim, Ele tem, por razões que só Ele conhece, concedido lívre arbítrio às criaturas morais.

Deus é onipresente, ou seja, está presente em todos os lugares ao mesmo tempo (Sl 139.7-10). Ele não se acha limitado pelo espaço, mas está presente em todos os lugares. E a todos quantos criou, de maneira maravilhosa e múltipla, dispensa amor e cuidado. Nem mesmo os pardais caem por terra sem que Ele o saiba (Mt 6.25-29). Embora esteja Ele presente em todos os lugares, devemos nos lembrar de que Ele somente habita com aqueles que se humilham, e o admitem no santuário de seus corações (Is 57.15; Ap 3.20).

Deus é onisciente. Ele é dotado de conhecimento e discernimento infinitos, universais e completos. Vê a realidade por uma perspectiva diferente da nossa. Vemos as coisas através de uma corrente de consciência. Para nós, seres mortais e limitados, a vida é um fluxo ao longo da linha do tempo. Olhamos à frente, ao futuro, e logo tudo se faz passado. Para Deus, entretanto, toda a realidade lhe é presente. Todos os acontecimentos, quer passados, quer presente ou futuros, lhe estão mais que patentes (Rm 8.27,28; ICo 3.20 ).

Há os que perguntam, por exemplo, como pode Deus saber quem há de se perder, e mesmo assim, permitir que os tais se percam. O conhecimento prévio de Deus, porém, não predetermina as escolhas individuais, porquanto Ele respeita nosso arbítrio. Em Efésios 1.3-14, temos o esboço da história predeterminada do mundo. Mas esse vislumbre da predestinação do Universo não elimina as "ilhas da liberdade" que Deus nos reservou, pois Ele nos fez indivíduos e livres. Ele permite que as pessoas escolham o próprio destino: Céu ou inferno.

Entre atributos comunicáveis de Deus, há também os morais. A bondade é um deles. Deus é realmente bom. Ele se dispõe a zelar continuamente pelo bem-estar de sua criação. Não se inclina por armar-lhe ciladas. O mal é um inimigo tanto da criação quanto de Deus. A Bíblia encontra-se repleta de descrições sobre a bondade divina. Seus servos lhe atribuem o amor (I Jo 4.8), benignidade e fidelidade (Sl 89.49), graça (At 20.24) e misericórdia (Ef 2.4). O maior ato do amor de Deus foi mostrado no clímax do plano de redenção na cruz do Calvário. Ninguém tem maior amor que este!

Deus é Santo. Este é o cerne da mensagem bíblica sobre o caráter de Deus. "Santo", na Bíblia, significa basicamente "separado", "dedicado". Há dois importantes aspectos na santidade de Deus:
1 - Ele está separado, e acha-se acima de tudo quanto é transitório, permanente, finito, imperfeito, mau, pecaminoso e errado.
2 - Ele também encontra-se separado para dedicar-se inteiramente ao cumprimento do grande plano da redenção, do do Reino Vindouro e do estabelecimento da nova terra e do novo céu. Tal conceito é totalmente necessário à devida adoração do Supremo Ser. A Santidade de Deus evoca Adoração (Is 6.1-5).

Deus também é Justo. Ele sempre agirá com justiça (Dt 32.4; Dn4.37; Ap 15.3). Mais do que isso. Deus é essencialmente justo (Sl 71.19). É de sua natureza ser justo. Ele jamais será incoerente com sua natureza (Is 51. 4-6). Sem essa característica, a ordem moral do Universo não teria qualquer base. Deus é a concretização da verdade em toda a sua pureza e transparência. Eis porque a justiça e a verdade apresentam-se juntas sempre que Deus se ira contra o pecado (Ap 16.1-5). Todavia, Deus anela por redimir o ser humano (II Pe 3.9). Isto é Amor! Foi na cruz de Cristo que a ira e o amor de Deus conjuntamente fluíram para resgata a humanidade (Rm 3.22-25).

FONTE: Doutrinas Bíblicas (Uma Perspectiva Pentecostal) - William W. Menzies / Stanley M. Horton


3 Princípios de Vitória para Voce!

“Não tenham medo dos nossos inimigos. 
Lembrem-se como Deus, o Senhor, é grande e terrível e lutem pelos seus amigos, pelos seus filhos, esposas e lares.” – Neemias 4.14

Neemias foi um grande homem de Deus nos tempos antigos. Ele recebeu a incumbência de reedificar os muros de Jerusalém que foram destruídos pelos inimigos.

Jerusalém era o centro da adoração do povo judeu. Ter os seus muros destruídos significava muita vergonha e desprezo. Além do que, uma cidade sem muro estava desprotegida e expunha os seus habitantes aos maiores perigos.

Quando ele começou a obra da reconstrução, se levantou uma forte oposição ao projeto, de modo que foi necessário aos trabalhadores, empunharem armas de guerra, além das 
ferramentas de trabalho.

A construção era de larga escala, por  isso, os grupos de trabalhadores ficavam distantes uns dos outros. Então Neemias os estimulou a lutar pelos seus queridos. 

Ele estabeleceu uma estratégia, determinando que, onde se ouvisse um toque de trombeta todos deveriam se ajuntar ali, para lutar juntos contra o inimigo. - Nm 4.20
Assim eles prevaleceram e edificaram os muros e restauraram a paz e a alegria na cidade de Jerusalém.

Esta passagem bíblica tem um significado muito forte numa aplicação pessoal.

As pessoas trabalham para construir muros ao redor de si, representados num sólido conjunto familiar, na estabilidade financeira, na satisfação de uma saúde plena, na companhia de bons amigos, etc.
Mas, de repente, por um motivo qualquer, estes muros são destruídos e as pessoas são expostas a vergonha, a solidão e ao desprezo. Ficam tão feridas que não conseguem se reerguer sozinhas.

Neste momento, conforme o texto bíblico acima é de suma importância ter três atitudes:

1 - Não ter Medo
2 - Lembrar-se do Senhor
3 - Lutar